Programação

Confira a programação completa da Bienal 2021!

11 de dezembro - sábado

O BEM-VIVER
Pavilhão Azul - Estação Plural 11h

O BEM-VIVER

Convidados: ANA CLAUDIA QUINTANA ARANTES, ANA MICHELLE SOARES E FABRÍCIO CARPINEJAR
Mediadora: ROSANE SVARTMAN

Os autores Ana Claudia Quintana Arantes, Ana Michelle Soares (AnaMi) e Fabrício Carpinejar escrevem sobre como é possível viver de forma plena mesmo nos momentos mais difíceis, como por exemplo, a perspectiva da morte, um tabu em nossa sociedade. Como diz a best seller Ana Claudia, “morte não é o contrário de vida, na verdade, morte é o contrário de nascimento e vida é o que tem no meio”. Saber como é precioso aproveitar cada momento é uma das receitas de bem viver e um dos temas dessa mesa com mediação da cineasta e autora Rosane Svartman.

A CONSTRUÇÃO DO FEMININO
Pavilhão Azul - Estação Plural 13h

A CONSTRUÇÃO DO FEMININO

Convidados: BRUNA MAIA, JAQUELINE VARGAS, ANA PAULA ARAUJO E LUH MAZA
Mediadora: CRISTIANE COSTA

Simone de Beauvoir, escritora e pensadora feminista proeminente, resume: “Não se nasce mulher, torna-se mulher”. Historicamente, a imagem do feminino foi sendo construída através da dimensão subjetiva de uma sociedade que valoriza o masculino. As autoras Ana Paula Araujo, Bruna Maia, Jaqueline Vargas e Luh Maza, mediadas pela também autora e professora Cristiane Fontes, irão refletir sobre esses mecanismos de manutenção de poder, preconceito, arquétipos e expectativas ligadas ao feminino, além da violência que surge do machismo estrutural.

A NAÇÃO NA LÍNGUA
PAVILHÃO AZUL - ESTAÇÃO PLURAL 15H

A NAÇÃO NA LÍNGUA

CONVIDADOS: AILTON KRENAK (ON-LINE), DANIEL MUNDURUKU, THIAGO THOMÉ E MARTINHO DA VILA (ON-LINE)
MEDIADORA: THELMA GUEDES

Um debate sobre o quanto a língua pode definir o lugar em que nascemos ou habitamos. O território cabe no idioma? Ele pode traduzi-lo ou explicar. Existem linguagens universais? O quanto do idioma temos no nosso lugar e vice-versa. Qual a relação entre a morte de um povo e o idioma? Quais filosofias as palavras encerram? Uma conversa necessária neste momento em que o mundo discute intensamente as questões do desterro, do refúgio, dos apagamentos de culturas e dos genocídios.

ELA – CAROLINA MARIA DE JESUS
Pavilhão Azul - Estação Plural 17h

ELA – CAROLINA MARIA DE JESUS

Convidados: ELIANA ALVES CRUZ, VERA EUNICE DE JESUS, FERNANDA FELISBERTO E JEFERSON DE
Mediadora: DANIELE SALLES

Nos últimos anos, a vida e a obra de uma das maiores escritoras brasileiras têm sido estudadas, revistas e analisadas por pessoas cujas pesquisas e pontos de vista aprofundam, desconstroem e expandem as narrativas que foram impostas a ela e que, por muito tempo, dominaram a leitura de suas imagens e histórias. Se torna cada vez maior também o reconhecimento da importância e da influência do caminho aberto por Carolina Maria de Jesus para muitas outras escritoras e artistas. Com uma exposição histórica no IMS, o projeto de lançamento de seus diários (“Casa de alvenaria”, Cia das Letras), a publicação de “Cartas a uma negra” (Françoise Ega, Ed. Todavia) e a coletânea “Carolinas” (projeto da Flupp, Ed. Boitempo), pretendemos conversar sobre essas múltiplas leituras e visões neste momento em que, através da luz trazida por ela, discutimos também, além de literatura, o nosso país.

HISTÓRIAS PARA ACORDAR UM PAÍS DE SEUS SONOS INJUSTOS
Pavilhão Azul - Estação Plural 19h

HISTÓRIAS PARA ACORDAR UM PAÍS DE SEUS SONOS INJUSTOS

Convidados: ITAMAR VIEIRA JUNIOR E CONCEIÇÃO EVARISTO (ON-LINE). PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DAS ATRIZES CYRIA COENTRO E DANI ORNELLAS
Mediadora: ROSANE BORGES

"A nossa escrevivência não é para adormecer os da casa-grande e sim acordá-los de seus sonos injustos.” – escreveu Conceição Evaristo, uma das maiores escritoras brasileiras e uma das mais respeitadas vozes contemporâneas. Itamar Vieira Junior, aos 42 anos, conseguiu com seu primeiro romance, “Torto Arado”, um reconhecimento muito grande de público e crítica, se tornando um fenômeno de vendas. Autores de gerações diferentes que constroem suas narrativas a partir de espaços de exclusão e refletem, através delas, um país em transformação que não nega ou silencia as histórias de sua formação. Um país que está em busca de contar e ouvir histórias que despertem todos os sonos injustos.

Retirada de senhas para a Estação Plural:

As senhas de acesso para a Estação Plural serão distribuídas 1h antes do início de cada painel da programação oficial. Os interessados devem ir até a Central de Distribuição de Senhas, em frente à Praça Central, para garantir o seu lugar. Após o encerramento, os autores confirmados para autógrafos atenderão até 50 pessoas que estiverem com a pulseira diferenciada pelo “pin” na cor de cada autor.

Retirada de senhas para a Praça de Autógrafos:

As senhas para autógrafos serão distribuídas 1h antes do início de cada painel da programação oficial, junto com a pulseira da sessão, na Central de Distribuição de Senhas, em frente à Praça Central. As filas, na Praça de Autógrafos, estarão identificadas com a cor do pin de cada autor.

Observações:

  • A distribuição de senhas é limitada a uma (1) por pessoa, respeitando a capacidade do espaço;
  • O autógrafo é limitado a um (1) por pessoa portadora da pulseira com direito a autógrafo;
  • Só terá direito ao autógrafo quem estiver com um livro físico ou digital do autor;
  • A senha é válida somente para o mesmo dia de retirada;
  • As senhas dos painéis não garantem acesso à nenhuma sessão de autógrafos, apenas as identificadas com o “pin”;
  • Não tem tolerância de entrada nos painéis. Quem tiver pulseira tem acesso ao espaço até o encerramento da mesa.

*A programação cultural da Bienal está sujeita a alterações sem aviso prévio.