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Vinicius de Moraes é celebrado no Café Literário, da Bienal do Livro

Vinicius de Moraes é celebrado no Café Literário, da Bienal do Livro
 
Poeta e compositor, que completaria 100 anos em outubro, foi tema de mesa com participação de Adriana Calcanhoto e Antônio Cícero
 
“Uma figura tão ligada ao espírito do Rio, não poderia ficar sem esta homenagem no ano de seu centenário”, ressaltou o poeta Ítalo Moriconi na abertura do Café Literário em homenagem a Vinicius de Moraes. O encontro contou com a participação de Adriana Calcanhoto e Antônio Cícero, que leram trechos de obras, como ‘Soneto de Separação’ e ‘Pátria Minha’, e relembraram histórias bem-humoradas do “poetinha”.
 
Diante da sessão lotada, Antônio reafirmou a popularidade de Vinícius: “Talvez ele seja o poeta erudito mais popular. As pessoas memorizam seus sonetos”.
Para Adriana, a versatilidade do homenageado é evidenciada pelas diversas produções na literatura e na música popular. “Ele podia ter se acomodado, ter virado um poeta ‘canônico’. Mas, ele se arriscou com as letras de música”.
 
Durante o encontro, a compositora teceu declarações inusitadas, aplaudidas pelo público presente. “Ele se lançou sem rede o tempo todo. Em minha opinião, se Vinícius estivesse vivo hoje não faria samba de raiz, estaria letrando o funk. Quando falo isso, as pessoas dizem ‘Vinícius deve estar se revirando no caixão’. Então, eu respondo: ‘Ele deve estar rebolando no caixão’”.
 
“Para mim, ele era também um inventor. Ele inventou o primeiro presidente negro americano”. A curiosa afirmação de Adriana veio acompanhada pela seguinte explicação: “‘Orfeu Negro’ mudou a vida da mãe do Barack Obama. Ela levou os filhos para assistir a esse filme tão marcante no cinema. Vendo a emoção dela, Barack, na época com 14 anos, entendeu a razão pela qual uma norte-americana branca tinha se casado com um queniano. Para concluir, se não fosse Vinícius, não tinha Obama!”
 
Literatura
O autor e tradutor búlgaro-alemão Ilija Trojanow e o crítico e escritor brasileiro Silviano Santiago se reuniram no Café Literário. Os autores são conhecidos por explorar novos ambientes como forma de apresentar novas concepções de mundo. “Meu trabalho é do ponto de vista cultural. A divisão entre norte e sul que conhecemos foi imposta pela colonização. O norte se delegou e ainda se delega a como centro, mas essa visão dominante vem sendo questionada”, explicou Silviano. “A literatura pode tornar visível e audível novas visões”, ressaltou Ilija. Os autores compartilham experiências de vida em diferentes continentes, questão fundamental em suas produções literárias. “Ser refugiado acabou determinando meu ponto de vista e me ajudou a perceber como há uma série de atitudes coloniais”, contou Ilija.
 
Ainda no Café Literário, o escritor argentino César Aira e os escritores brasileiros Joca Reiner Terron e Paloma Vidal debateram os contatos entre a literatura brasileira e argentina. A mesa “Trânsitos literários: Brasil e Argentina, Brasil e América Hispânica – entre o próximo e o distante”, os autores falaram sobre seus livros e sobre as influências de cada país nos mesmos.
 
Com setenta obras publicadas, sendo a mais recente “Como me tornei freira”, Aira disse que teve grandes influências de escritores brasileiros. “Quando era jovem, fui muito influenciado por Guimarães Rosa. Ele me parecia tão perfeito que aniquilava a minha intenção de ser escritor. Passei muito tempo plagiando-o”, brincou. “Tenho uma aversão a livros de memórias da infância. Acho chato e mesmo assim os escrevi. E são justamente esses os mais traduzidos”, revelou.
 
Futebol
Um grande time de jornalistas esportivos se reuniu, na tarde de sábado, no Placar Literário. Renato Maurício Prado, Mauro Cezar Pereira e João Máximo conversaram sobre o atual cenário do futebol brasileiro, as expectativas para a Copa do Brasil 2014 e muito mais. Todos concordam que o país não tem o melhor grupo da competição e que a obrigação de ganhar não existe. “As críticas da população dependerão do futebol que for jogado durante a competição. A Copa de 82 é um exemplo disso. A seleção não voltou com a taça, mas chegou ovacionada no país porque jogou um futebol lindo”, conclui Máximo.
 
Universo feminino
Já a mesa “Para Lygia com amor: uma leitura afetiva da obra de Lygia Fagundes Telles” reuniu no Mulher e Ponto deste sábado (7), a atriz Regina Braga e a escritora e jornalista Rosiska Darcy, que recentemente foi consagrada imortal pela Academia Brasileira de Letras. As duas convidadas falaram sobre sua relação com a obra da autora e o que pensavam dela como mulher. Lygia, que hoje está com 90 anos de idade, é considerada uma mulher a frente de seu tempo, segundo Rosiska. “Eu encontrei em Lygia uma antecipação ao seu tempo. O livros ‘As meninas’, por exemplo, é uma obra que surpreende o Brasil em uma época muito difícil, a da Ditadura Militar”, disse. “Eu fui refugiada política, exilada. Lygia me tocou muito, me comoveu”, contou.
 
No mesmo espaço, Mulher, dinheiro, gestão e empreendedorismo foram a palavras-chave que nortearam o bate-papo “Gestão de qualidade de vida” neste sábado (7) no espaço Mulher e Ponto da Bienal do Livro. Mara Luquet, colunista da rádio CBN e do Jornal da Globo, da TV Globo, e Patrícia Travassos, autora do livro “Minha mãe é um negócio” conversaram sobre a melhor forma de administrar o dinheiro e sobre o sucesso nos empreendimentos.
 
Patrícia Travassos deu dicas para as mulheres empreendedoras e afirmou que as mulheres depois que são mães passam a ter uma visão diferente do que é ser bem-sucedida, pois para algumas o tempo que se ganha com os filhos é mais importante que a parte financeira. “A mulher acha que a empresa é o espelho dela. Então, muitas vezes, para deixar os clientes felizes, elas perdem a noção do quanto se gasta e se investe”, disse. “Uma empresa gerida por uma mulher é diferente de uma empresa gerida por um homem. O homem pensa mais no lucro e a mulher, no lado humano. O RH de uma empresa com gestão feminina é muito mais desenvolvido”, revelou.
 
Jovens
E no #acampamento o escritor de histórias sobrenaturais André Vianco falou de literatura fantástica, processo criativo e novos projetos. O autor que lança nesta Bienal o primeiro volume de uma série de terror infantil, “Meus queridos monstrinhos”, falou sobre esta que é sua primeira experiência com este público. “A princípio foi difícil me conectar com o universo infantil. Acabei indo buscar inspiração nos momentos de leitura e contação de histórias com as minhas três filhas”, revela o autor.
 
Os patrocinadores
O evento tem como patrocinadores másters a CCR, o Grupo Bradesco Seguros e a Petrobras, contando com o apoio cultural do BNDES. A Light patrocina a visitação escolar; a Supergasbras, o Placar Literário; a Secretaria Municipal de Cultura, o #acampamento na bienal; a Submarino, o e-commerce; o Iba, o Café Literário; e os Correios patrocinam a operação logística. A Rede D’OR é responsável pelo serviço médico do evento.
 
A Bienal também conta com a realização do Ministério da Cultura através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e com o patrocínio do Governo do Rio de Janeiro, através da Secretaria de Estado de Cultura, pela Lei estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro.
 
Os organizadores
Com escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Bahia, a Fagga l GL events exhibitions é uma das maiores empresas em promoção e organização de feiras do país, responsável pela realização de mais de 20 eventos anuais. Subsidiária do grupo GL events Brasil, operação brasileira de um dos maiores grupos do setor de eventos do mundo - a francesa GL events -, a Fagga soma mais de meio século de experiência.
 
O SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) é uma sociedade civil que tem como objetivo o estudo e a coordenação das atividades editoriais no Brasil, assim como a representação legal da categoria de editores de livros e publicações culturais. Sua missão é dar suporte à classe nas áreas de direitos autorais, biblioteconomia, trabalhista, contábil e fiscal. A atual presidente do SNEL é Sonia Jardim, que também é vice-presidente de operações do Grupo Editorial Record.
 
Mais informações para a imprensa:
Adriane Constante – adriane.constante@approach.com.br
João Veiga – joao.veiga@approach.com.br
Cláudia Montenegro – claudia.montenegro@approach.com.br
Tel.: (21) 3461-4616 – ramal 123 – www.approach.com.br

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