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Paulo Leminski é celebrado o no Café Literário na Bienal do Livro Rio

Paulo Leminski é celebrado o no Café Literário na Bienal do Livro Rio
 
Com a presença da filha do poeta, a mesa “Leminski vive” reuniu admiradores de sua obra
 
No Café Literário desta noite (5), na Bienal do Livro, Paulo Leminski foi lembrado e homenageado. Na mesa “Leminski vive”, os poetas Angélica Freitas, Alice Sant’anna, Mariano Morovatto, Omar Salomão e a jornalista Aurea Leminski se reuniram para falar um pouco da relação que cada um tem com sua poesia.
 
“A poesia de Leminski é, para mim, como chiclete. Você não consegue parar de mastigar, e ela gruda em você”, brincou Mariano, autor de “Mulheres feias sobre patins”. “Acho incrível como ele consegue juntar a erudição com o pop criar algo inusitado. A poesia dele é incrível”, completou Alice, autora de “Rabo de baleia”.
 
Aurea Leminski, filha do poeta, como o próprio sobrenome denuncia, afirma que o pai se esforçava muito para escrever. “Essa impressão que temos em alguns de que aquilo foi um insight não é verdade. Ele se esforçou muito, estudou muito. Leminski não foi só poeta, foi ensaísta, publicitário, crítico, músico”, revelou. “É muito bom ver que tem gente que se inspira na obra dele ou que começa a se interessar por poesia por causa dele”, completou.
 
Novas tecnologias
 
O #acampamento continua atraindo a atenção dos jovens com assuntos atuais e que fazem parte de seu cotidiano. Na tarde desta quinta, a mesa “Qual vai ser a próxima killer application?”, comandada pelo desenvolvedor e professor de mídias sociais Marcelo Pereira, abordou qual a relação que a sociedade estabelece com as novas tecnologias e quais são as oportunidades de crescimento profissional no mercado tecnológico.
 
“Foi Bill Gates quem inventou o termo killer application ao se referir ao Internet Explorer como uma aplicação para matar a concorrência, um tipo de aplicação matadora”, contou Marcelo. “A killer application nada mais é do que a aplicação do momento, ou seja, tão desejada ou necessária que se torna o principal valor de determinada tecnologia. O jogo do Mario, por exemplo, era a killer application do Nintendo. As pessoas compravam o videogame para ter aquele jogo em específico”, completou.
 
Marcelo Pereira falou também sobre a dependência estabelecida em relação às máquinas e à rede. “Imaginem que um dia a internet saia do ar. O que vai acontecer? É nesse momento que percebemos a nossa dependência”, disse. “Não temos mais controle sobre o que vai parar na rede. Se você não tem uma conta no Facebook, mas alguém posta uma foto sua, pronto, você já está lá mesmo que não queira”, brincou.
 
Sobre as carreiras meteóricas que surgem em função das novas tecnologias, Marcelo deu uma dica: “A gente está passando da web para o aplicativo. As pessoas mexem cada vez menos no computador e cada vez mais no celular, então este mercado está crescendo muito. O importante é observar as oportunidades e tentar fazer algo diferente e não o que já existe. Temos que perceber as necessidades dos usuários”.
 
Ainda na tarde de quinta-feira (5), no #acampamento, as crianças se encantaram com Andrés Lieban, criador da série de desenho animado “Meu amigãozão”, exibida na TV Brasil e no Discovery Kids. O desenho é distribuído em toda a América Latina, no Canadá e em alguns países da Ásia.
 
Criando desenhos animados
 
Andrés contou que para cada segundo do desenho são necessárias aproximadamente 15 ilustrações. “Cada movimento dos personagens precisa ser desenhado. Conto com uma equipe de 80 pessoas trabalhando no estúdio, além de roteiristas para escrever os episódios”, disse. O animador fez uma demonstração para as crianças do passo-a-passo de como se faz o desenho, ilustrando e animando na hora um dos personagens.
 
“O bom de fazer desenho animado é poder deixar tudo mais mágico. É poder esconder um elefante atrás de uma árvore, por exemplo. Assim como todo mundo, eu desenho desde pequeno, só que eu tornei isso uma profissão”, disse.
 
Ainda no #acampamento da Bienal do Livro, as crianças se encantaram com Andrés Lieban, criador da série de desenhos animados “Meu amigãozão. O desenho é distribuído em toda a América Latina, no Canadá e em alguns países da Ásia.
 
Andrés contou que para cada segundo do desenho são necessárias aproximadamente 15 ilustrações. “Cada movimento dos personagens precisa ser desenhado. Conto com uma equipe de 80 pessoas que trabalha no estúdio, além de roteiristas para escrever os episódios”, contou. O animador fez uma demonstração para as crianças do passo-a-passo de como se faz o desenho, ilustrando e animando na hora um dos personagens.
“O bom de fazer desenho animado é poder deixar tudo mais mágico. É poder esconder um elefante atrás de uma árvore, por exemplo. Assim como todo mundo, eu desenho desde pequeno, só que eu tornei isso uma profissão”, disse.
 
Na quarta
Ontem, no sétimo dia de Bienal do Livro, o Café Literário promoveu a mesa “Por que escrevo, por quem escrevo, para quem escrevo?”. João Paulo Cuenca, Tony Bellotto e Antônio Torres, escritores de diferentes gerações, foram convidados a tentar responder a tais questionamentos.
 
Para Cuenca, autor de “A última madrugada”, escrever é uma forma de organizar inquietações pessoais. “Escrevo porque acho que isso dá um pouco mais de sentido às coisas. É um conforto muito pessoal”, declarou. “Escrevo na esperança de que futuramente alguém possa reprocessar o que escrevi”.
Na tentativa de responder por quem escreve, Torres, autor de “O nobre sequestrador”, disse que escreve pela mãe e pelas pessoas que o apoiaram quando criança. “Minha mãe me alfabetizou. Não me esqueço de quando ela me mostrou as letras e o quanto fiquei fascinado com aquilo. Mais tarde, na escola, me colocaram em um palanque para recitar Castro Alves e, quando vi, as pessoas estavam chorando. Acho que escrevo para esse povo que me apoiava”, revelou o escritor, nascido no sertão da Bahia.
 
Por fim, o guitarrista do Titãs e também escritor do recém-lançado “Machu Picchu: na trilha das famílias”, Tony Bellotto, diz que, das três questões que a mesa propõe, “para quem escrevo” é a que mais o intriga. “Primeiramente, todo escritor escreve para si próprio, mas ao mesmo tempo parece que há um leitor dentro de você que te questiona a todo momento. Eu escrevo para mim, mas não deixo de pensar em quem vai ler aquilo.”
 
Ainda na noite de quarta, o Mulher e Ponto reuniu a antropóloga Miriam Goldenberg, autora de “A bela velhice”, e a atriz Maitê Proença para conversar sobre os sentimentos mudanças e expectativas do processo de envelhecer. Em seu livro, Miriam aborda a beleza, a liberdade e a felicidade por trás do envelhecimento. “A velhice é um tema que dá medo, mas quanto mais eu estudo, mais tenho certeza de que a velhice é bela, única e especial. A mulher mais velha é livre, percebeu que não precisa corresponder às expectativas dos outros”, contou.
 
Miriam e Maitê as mulheres rebateram os estereótipos negativos que rondam a velhice. “As pessoas não são mais classificadas pela idade, mas pela energia e pelo entusiasmo. Não dá para chamar a geração de hoje de 70 anos de velho. Marieta Severo, Rita Lee, Caetano Veloso são exemplos de pessoas ‘sem idade’”, disse Miriam. “Contaram para a nossa geração que aos 60 anos nós teríamos todas as conquistas, o sucesso, a família e que seria a hora do fim. Mas é mentira: nós vamos viver mais 40 anos”, completou Maitê.
 
Os patrocinadores
 
O evento tem como patrocinadores másters a CCR, o Grupo Bradesco Seguros e a Petrobras, contando com o apoio cultural do BNDES. A Light patrocina a visitação escolar; a Supergasbras, o Placar Literário; a Secretaria Municipal de Cultura, o #acampamento na bienal; a Submarino, o e-commerce; o Iba, o Café Literário; e os Correios patrocinam a operação logística. A Rede D’OR é responsável pelo serviço médico do evento.
 
O evento também conta com a realização do Ministério da Cultura através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e com o patrocínio do Governo do Rio de Janeiro, através da Secretaria de Estado de Cultura, pela Lei estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro.
 
Os organizadores
 
Com escritórios no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Bahia, a Fagga l GL events exhibitions é uma das maiores empresas em promoção e organização de feiras do país, responsável pela realização de mais de 20 eventos anuais. Subsidiária do grupo GL events Brasil, operação brasileira de um dos maiores grupos do setor de eventos do mundo - a francesa GL events -, a Fagga soma mais de meio século de experiência.
 
O SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) é uma sociedade civil que tem como objetivo o estudo e a coordenação das atividades editoriais no Brasil, assim como a representação legal da categoria de editores de livros e publicações culturais. Sua missão é dar suporte à classe nas áreas de direitos autorais, biblioteconomia, trabalhista, contábil e fiscal. A atual presidente do SNEL é Sonia Jardim, que também é vice-presidente de operações do Grupo Editorial Record
 
Mais informações para a imprensa:
Adriane Constante – adriane.constante@approach.com.br
João Veiga – joao.veiga@approach.com.br
Cláudia Montenegro – claudia.montenegro@approach.com.br
Tel.: (21) 3461-4616 – ramal 123 – www.approach.com.br

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